A ideia foi popularizada por Charles Duhigg em O poder do hábito, a partir de pesquisas no MIT: todo hábito funciona num ciclo de deixa, rotina e recompensa. A deixa é o gatilho — um horário, um lugar, uma emoção, uma ação anterior ou as pessoas ao seu redor. A rotina é o comportamento que você executa. A recompensa é o retorno que satisfaz um desejo e ensina o cérebro a gravar a sequência.
Quanto mais o ciclo se repete, mais o cérebro entrega o controle aos gânglios da base, de modo que a rotina dispara quase sozinha assim que a deixa aparece. É por isso que você dirige um trajeto conhecido sem pensar ou escova os dentes sem decidir: o ciclo foi gravado fundo.
Entender o ciclo é prático. Para construir um bom hábito, deixe a deixa evidente e a recompensa imediata e satisfatória. Para quebrar um ruim, mantenha a mesma deixa e recompensa, mas troque a rotina: a regra de ouro da mudança de hábito. Uma deixa ausente ou vaga é o motivo mais comum de um hábito novo nunca pegar.
O Zinciri Kırma foi construído em torno da metade de recompensa do ciclo. A cada dia em que você conclui uma tarefa, um elo da corrente é forjado com uma animação satisfatória e um toque tátil, e sua sequência crescente vira uma recompensa visível que você não vai querer quebrar. Ao ancorar as tarefas a lembretes (a deixa) e celebrar cada elo concluído (a recompensa), o app ajuda o ciclo a se fechar sozinho até a rotina funcionar sem força de vontade.